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Diário de Bordo (ultra secreto) pt. 2 - "Vamos para o quarto?"

10/01/2026, sábado.
 

Quando você viu minha camiseta no chão, tudo que você conseguia pensar era quando eu iria penetrar você. Era o que eu achava que​​ teu rosto dizia, completamente tomado pelo desejo que só crescia dentro de você. “Tá calor…”, tentei justificar minha atitude de tirar minha camisa (como se eu precisasse de alguma justificativa). “Está muito!”, devolveu você aos sussurros. “Está… e o que você vai fazer em relação a isso?", você continuou.

 

Eu tirei a parte de cima do seu pijama que já estava fazendo hora extra no teu corpo. A peça de roupa pousou poeticamente em cima da minha no chão, quase como um prelúdio do que poderia acontecer conosco. "Não garanto que irá resolver... pois quero que as coisas aqui peguem fogo!", disse investindo em você um beijo forte, molhado e (muito) quente.

 

Interrompi o beijo sem aviso prévio e te olhei profundamente. Tuas pernas ainda davam sinais do orgamos que você acabara de ter por causa dos leves espasmos que elas apresentavam. Observei teu corpo nu. Me deliciei com a visão. Eu estava gostando muito de ver você sendo toda minha. Enquanto isso, você olhava para o meu rosto e via que o mesmo tesão que você sentia eu sentia também. 

 

Peguei tuas mãos, levantei-as acima da tua cabeça e segurei elas ali. Você olhou para as tatuagens na parte interna do meu braço e sentiu que ficou mais molhada. Sua boca não dizia, mas elas estavam implorando por mais beijos. Entendi rápido a mensagem e voltei a beijar você com vontade. Prendi seus dois braços com apenas uma das mãos para que a outra, livre, pudesse passear pelos seus seios desnudos.

 

Com a coxa, você sentiu meu pau duro dentro das calças e o desejava ainda mais dentro de você. Deixei sua boca e fui para o seu pescoço. Para meu auxiliar, minha mão livre segurou o seu cabelo na região da nuca, expondo ainda mais seu colo. Aproveitei o teu cheiro e senti meu pau latejar mais. Você também sentiu.

 

"Por que você ainda está de calças?", você mal conseguia completar a frase. "Porque você ainda não tirou elas de mim", te desafiei.

 

Você se desprendeu e com muita destreza, e começou a devolver os beijos no meu pescoço e desceu. Beijou meu beijo, minha barriga e se ajoelhou na minha frente. Primeiro desafivelou meu cinto, depois abaixou as minhas calças e, como quem está prestes a desembrulhar um presente, desejou tirar minha cueca com a mesma velocidade que fez com o restante. Mas você não fez assim. Segurou no meu pau por cima do tecido mesmo e ficou o apertando de leve. Eu olhava para baixo com muita vontade de ver ele dentro da tua boca.

 

Com as duas mãos, você abaixou a cueca, não completamente, mas o suficiente para deixar o meu pau livre. Você então o lambeu... lambeu mais... e mais. Eu já revirava os olhos de tanta excitação que estava sentindo. Quando eu olho para baixo, você o coloca na boca e o chupa de uma maneira que me deixa louco. 

 

Sinto tua boca deixar meu pau completamente babado. Em resposta involuntária, ele latejava dentro de você. Você olhou para cima, como quem buscava por um sinal de aprovação. Minhas duas mãos estavam apoiando meu corpo no armário. O mesmo armário que antes te "encurralava" e te fazia ser completamente minha, agora era o armário que não deixava meu corpo cair pelo tesão que seu sexo oral me causava.

 

Você tirou ele da boca e agora usava uma das mãos para massageá-lo enquanto olhava para mim. Você não disse, mas senti que estava perguntando se eu queria mais. Eu dizia que sim com a cabeça respondendo a pergunta que você não havia feito de forma literal, mas você entendeu e voltou a colocá-lo na boca. Eu me segurava para não explodir.

 

"Eu quero te comer! E eu quero agora!", disse entre os gemidos que eu dava. Você parou de me chupar, olhou para mim ainda de joelhos e disse num sussurro alto o suficiente para reverberar em todo o meu corpo: "E como você quer me comer?".

 

"Vamos para o quarto!", foi a única coisa que pude responder.

 

Terminei o serviço que você havia começado com as minhas roupas. Tirei as calças, a cueca e as meias. E, entre o curto caminho do meu escritório até o meu quarto, paramos uma vez no corredor, onde te pressionei mais uma vez e te beijei ferozmente; e outra vez na janela do quarto, onde te virei de costas para mim e beijava tua nuca enquanto você desfrutava da paisagem noturna do décimo andar. Para devolver minhas investidas, você esfregava sua bunda no meu pau pedindo com o corpo aquilo que sua boca não dizia.

 

Peguei seus cabelos que ainda resistiam no coque quase desfeito, coloquei minha boca ao lado da tua orelha e disse em alto e bom tom o que eu queria de você. Você se arrepiou quando ouviu: "Eu quero você de quatro!". "Quer?", devolveu você da maneira mais provocadora de todas. "Quero muito!", respondi com urgência. "Então vem... eu sou sua e do jeito que você quer", disse você enquanto subia na minha cama como uma felina e se posicionava para deixar sua bunda na posição perfeita para mim.

 

Te observar naquela posição fez meu tesão aumentar ainda mais (e eu nem sabia que, naquela altura do campeonato, isso fosse possível). Mas guardei meu ímpeto pois eu queria fazer algo antes de penetrar você. Queria te chupar mais uma vez e me certificar do óbvio, de que você estaria completamente molhada para mim. Me ajoelhei e quando você percebeu, eu estava com a minha boca na tua boceta. De quatro, você sentiu minha língua passear pelos seus lábios e teu corpo arqueou e tuas pernas se afastaram, como se estivesse se abrindo para mim.

 

Enquanto te lambia, minhas duas mãos se apoiaram na sua bunda e as apertavam conforme minha boca abusava mais do generoso líquido que escorria de dentro de você. E com uma lambida final, lenta e intensa que saiu do seu clítoris até o final dos teus lábios, eu me levantei enquanto você ainda arfava do tesão que aquilo havia te causado.

 

Segurei meu pau com uma das mãos e comecei a esfregá-lo na tua boceta. Minha intenção era fazer você enlouquecer. Você gemia e, mesmo sem verbalizar, dava claros sinais que queria logo sentir meu pau entrar no teu corpo. E depois de alguns segundos brincando com a tua paciência, eu te penetrei e a primeira estocada foi funda. Ali, nossos corpos eram um só!

 

Comecei devagarinho, sentindo meu pau deslizar na tua boceta encharcada. Estava muito quente dentro de você e eu estava achando uma delícia aquilo. À medida que ia ficando cada vez mais gostoso, eu ia aumentando o ritmo e a intensidade. Segurei tua cintura com as mãos para me ajudar nas investidas que meu corpo dava contra o seu. Sua bunda, redonda e deliciosa, batia na minha pelve provocando um barulho inconfundível e excitante de dois corpos molhados se colidindo de maneira ritmada.

 

A velocidade e a força aumentaram. Os gemidos também. Seu cabelo havia se desprendido do coque e eu resolvi essa questão segurando ele e puxando para perto de mim. Seu corpo arqueou mais uma vez e você gemia e sorria ao mesmo tempo. O puxão não te machucava, pelo contrário, te enchia de tesão. 

 

Nosso sexo começou a ficar frenético e parecíamos dois bichos se devorando de maneira voraz. Os gemidos, de ambos, já tomavam todo o quarto (e além dele, já que a janela estava aberta). Não tínhamos a menor intenção de se segurar. Quanto mais tínhamos, mais queríamos um do outro. 

 

Coloquei um dos pés em cima da cama para me ajudar no movimento do meu corpo. Com mais equilíbrio, eu enfiava mais e mais em você. Seu gemido, o suor dos nossos corpos, a visão da sua bunda e o jeito que meu pau deslizava na tua boceta foram o conjunto perfeito para que eu fosse vencido pela explosão que estava prestes a acontecer. "Eu vou gozar...", disse como se lamentasse, mas que na verdade era uma súplica por mais. "Goza... goza em mim!", implorou você aos gemidos.

 

Uma onda de choque atravessou meu corpo e, de mim, saiu todo o tesão que há dias estava acumulado em uma rajada quente dentro de você. Você sentiu e isso fez com que seu corpo respondesse com mais espasmos. E com o meu pau ainda dentro de você, você gemeu e gozou junto comigo. Suas pernas não conseguiam te sustentar naquela posição mais, as minhas estavam tremendo e, bem devagar, tirei meu pau de dentro de você e você desmoronou de bruços na cama. “Felipe…..”, foi a única coisa que conseguiu dizer.

 

Eu encostei na parede, incrédulo do que eu havia acabado de sentir. E também para ver a obra de arte que era você deitada naquela posição, completamente tomada pela aparente satisfação.

 

"Vem aqui...", você me chamou. Fui... Me deitei do teu lado e você, rapidamente se aninhou no meu peito, colocando uma das pernas sobre uma das minhas. Estávamos em êxtase e sentindo aquela sensação gostosa de relaxamento instantâneo do corpo. Com as mãos eu fazia carinho no teu braço e você afagava meu peito.

 

Estávamos no paraíso, suados e de certa maneira cansados. Mas não completamente satisfeitos. Você descobriu isso quando sentiu na sua perna o meu pau latejar. Eu queria mais e para a minha sorte, você também queria.

 

"Tá calor né?...", perguntei maliciosamente. "Está... e o que você vai fazer em relação a isso?", você foi muito mais maliciosa. Então eu fiz uma pausa dramática, levei minha mão até a sua bunda e, no exato momento que eu a apertei, eu disse categoricamente uma ideia que fez você morder teu próprio lábio.

 

[continua...]


 

Eu amo (e desejo ainda mais) você.

Câmbio, desligo.

pg. 252

Conhecimento é Conquista!

-FS

Diário de Bordo (ultra secreto) - "Vamos para o escritório?"

06/01/2026, terça.
 

Eu acordei extremamente duro. Não sei se "excitado" daria conta de traduzir o que eu senti por você nas primeiras horas desta manhã. Meu pau estava latejando e eu só queria voltar imediatamente para o sonho que eu acabara de ter contigo. Nada feito. O jeito foi ficar com a memória.

 

Fiquei feliz de ter sonhado. Havia muito tempo que eu tentava forçar meu cérebro a sonhar com nós dois nos pegando igual aconteceu na última vez que você veio me ver. Para ajudar a memória, anotei alguns pontos no meu bloco de notas para não esquecer. A intenção era te contar sobre o sonho.

 

Mas não queria resumir esse sonho delicioso em dois ou três parágrafos. Minha intenção era usar minha imaginação e meu poder com as palavras para deixar o que eu sonhei mais gostoso possível. "Isso tudo é muito realizável e acho que ganhei uma nova fantasia com essa mulher", pensei assim que terminei de anotar o essencial para me ajudar a escrever.

 

Outra coisa que me ajudou foi a nossa conversa de hoje. Um dia deliciosamente safado de nossa parte. Fiquei com tesão durante o dia inteiro (e estou com tesão agora enquanto escrevo isso). Descobri que estamos compartilhando dos mesmos desejos e que vamos precisar de muito tempo para equalizar essa saudade toda que estamos sentindo.

 

Então vai funcionar assim: o Diário de Bordo ultra secreto será em formato de conto erótico. A partir do meu sonho (que já foi uma delícia por si só, mas que não sustentaria um texto todo), eu preenchi algumas lacunas e fantasiei outras coisas (nas quais eu realmente já fantasiei). Espero conseguir transmitir todo o desejo que eu sinto por você a partir de agora.

 

Câmbio.

.

 

Eu estava ansioso na varanda do meu apartamento olhando para o movimento dos carros na rua. Eu queria ver seu carro chegando. Ansiava por você como um animal faminto. Fui verificar se o vinho já estava gelado o suficiente e para minha sorte, a técnica de envolver a garrafa com papel toalha molhado sempre funciona bem. Pensei em dar uma checada no escritório, mas eu sabia que estava tudo certo. Era só ansiedade.

 

Ainda na cozinha eu fiquei imaginando qual surpresa esperaria por mim. Havia te pedido que me surpreendesse quando você me perguntou como eu gostaria que você se vestisse. Fiquei imaginando a cor da tua cancinha, se você estaria de vestido, que tipo de penteado. Mas a maior imagem naquele momento era de todas as nossas roupas jogadas no chão.

 

Voltei para a varanda para continuar vigiando a rua e me deparei com o seu carro estacionado bem na frente do prédio. Mas ele estava desligado. A melhor decisão que tomei foi ter já cadastrado seu acesso ao prédio. Deduzi que você já deveria estar no elevador rumo ao apartamento 101. Dito e feito. Três toques leves na porta. Era você!

 

Abri e te vi deslumbrante. Um sobretudo que te cobria até a canela e uma bota. No rosto, seu tradicional óculos de tartaruga e o cabelo preso em um coque. "Minha surpresa está debaixo desse sobretudo", pensei. Coloquei a mão na tua cintura e te puxei para dentro do apartamento com a mão firme e decidida a deixar teu corpo colado no meu. Você nem pode protestar, pois nossos rostos ficaram juntos o bastante para os dois perderem o ar. Nossos lábios se encontraram em um beijo sedento e quente. 

 

Te dei boa noite e perguntei se você não gostaria de tirar o sobretudo. Você sugeriu que mais tarde faria isso. Fui pegar nossas taças e enchê-las de vinho rosé. Brindamos e, no clima bruxuleante da meia luz da sala, bebemos e sentimos a tensão sexual preencher todo o espaço.

 

Bebíamos o vinho como quem bebia um elixir do sexo. Não falávamos nada e curtíamos o silêncio que nosso tesão produzia. Apenas olhadas, lábios mordidos e insinuações com a própria taça. Deixo minha taça na mesa e você repete o gesto. "Preparei algo para você", eu te disse tirando do bolso uma venda de cetim da cor preta. Você devolveu. "Eu também preparei algo para ti". 

 

Primeiro você tirou as botas. Aproveitei para dar mais um gole no vinho. Depois, você deixou o sobretudo escorregar até revelar o que você havia preparado. Você estava com uma blusinha de alcinha preta e de calcinha da mesma cor. Você sabia que eu ficava maluco quando você usava esse modelito para dormir. "O pijama mais sexy do mundo", eu repetia muitas vezes. 

 

"Na mosca!", eu falei quando vi a cena. "Você também está bem gostoso", devolveu você olhando para minha camisa que deixava metade do meu braço à mostra. Você sempre adorou ver as tatuagens que eu ostentava. Mas você não as veria naquele instante.

 

Pedi pelos seus óculos. Disse que você não ia precisar deles. Você nem questionou. Entregou eles para mim que, com muita delicadeza, pendurei na minha própria gola. Te rodeei, te provocando e com os meus lábios muito próximos do teu rosto. Quando estava perto de você, às suas costas, você deu um passo para trás e sua bunda encontrou meu pau completamente duro. Não recuei. Pelo contrário, pressionei meu corpo para você sentir que eu estava excitado.

 

Peguei o tecido de cetim e envolvi teus olhos, vendando-os completamente. Dei dois nós e saboreei cada um deles. "O que você vai fazer comigo?", me perguntou com a voz já vacilante. "Vamos para o escritório?", sugeri abraçando a tua cintura por trás e te guiando a cada passo.

 

Assim que chegamos no escritório, eu te coloquei sentada na minha cadeira. O ambiente estava iluminado com as arandelas e o led, exatamente do jeito que a gente sempre gostou. Assim que você se sentou, eu disse no teu ouvido: "Tenho outra coisa para você". Você perguntou o que era, mas eu não respondi. Sem saber onde eu estava ou o que estava fazendo, você se entregou ao momento e quando menos esperava, peguei nas suas mãos, levei elas para trás das suas costas e as amarrei com uma corda de tecido. Você arfou e disse: "Felipe...."

 

Prendi as suas mãos com força necessária para elas ficarem imobilizadas mas não o bastante caso você quisesse se soltar por conta própria. Enquanto você se acostumava com a posição, mais silêncio. Você tentava adivinhar onde eu estaria, mas não deu tempo para você pensar muito. Quebrei o silêncio com minha boca perto da tua orelha: "Você é minha!".

 

Por trás de você, comecei a beijar o teu pescoço e passar minha língua até chegar no lóbulo da tua orelha. Comecei a lamber, beijar e chupar a região entre o pescoço e o colo. Você facilitou erguendo a cabeça para que eu tivesse mais acesso. Minhas mãos passeavam pelo teu rosto e desciam com o endereço certo: teus seios.

 

Enquanto minha boca estava no teu pescoço, minhas mãos acariciavam teus seios e, percebendo que eles já estavam excitados, comecei a apertá-los. A cada pegada, você soltava um gemido. Minhas mãos aproveitaram o fato de você não estar usando sutiã e invadiram sua blusinha sentindo o calor da tua pele. 

 

Vou para a sua frente e te vejo completamente entregue na cadeira. Eu apoio minhas mãos nos dois encostos de braço, puxo a cadeira para perto e começo a beijar a tua boca de uma maneira lenta e quente. Você reage mordendo meu lábio, mas eu estou no controle. Te beijo com mais força e ouço seus gemidos ainda tímidos.

 

Minha boca desce para teu colo, depois desce para teus seios - desnudos - que voltam a ser acariciados pelas minhas mãos. Meu rosto vai até tua barriga e desce um pouco mais. Você entendeu o que eu queria. Então você arfa com a voz completamente bêbada de tesão: "Tira... Tira minha calcinha...". Eu obedeço. Seguro ela com as duas mãos e tiro-a de você. Livre, você abre as pernas para mim.

 

Olho para aquela cena e aprecio a visão da tua boceta completamente molhada. Começo a beijar a parte interna da tua perna. À medida que eu vou chegando, você vai se contorcendo mais. Minha língua passeava pela tua coxa até encontrar os teus lábios que já imploravam pelo meu beijo.

 

Espero alguns segundos sem fazer nada. Teu corpo começa a protestar pelo meu toque. Tua respiração fica mais ofegante. Eu espero mais um pouco e quando você deu uma baixada de guarda, eu a beijei como beijo a tua boca. 

 

Minha língua passeava pelos teus lábios até pousar no teu clítoris. À medida que eu te beijava, você ficava mais molhada e à medida que você ficava mais molhada, eu te beijava mais. Eu sentia teu gosto e me lambuzava de você. Minhas mãos voltaram para os teus seios e, de joelhos, eu usava tudo o que eu podia para acessar todas as partes acessíveis do teu corpo.

 

Os gemidos, antes tímidos, agora já eram audíveis sem dificuldade. Minha cadeira rangia com o balanço que teu corpo fazia para acompanhar o movimento da minha língua na tua boceta. Resolvi que você precisava de mais e, com uma das mãos, comecei a acariciá-la com dois dedos. Eles deslizavam fácil já que você estava encharcada naquela altura. Você não dizia, mas eu sabia que você os queria dentro de você, então, depois de te provocar com meus dedos passeando pelos seus lábios, penetrei você. O gemido foi muito maior!

 

Meus dois dedos pressionavam teu ponto G enquanto minha boca e língua continuavam a te chupar como você nunca havia sido chupada antes. Os movimentos ficavam mais fortes, a velocidade também aumentava e os gemidos ficavam cada vez mais altos. Minha mão estava molhada, era você escorrendo para o meu sexo oral. Eu não aguentei e também soltei gemidos de satisfação.

 

Minha língua fazia movimentos circulares enquanto meus dedos praticamente entravam e saiam de dentro de você. Mais intensidade, mais força, mais gemidos. Você juntou as pernas e nem precisou anunciar o que estava prestes a acontecer em instantes. Continuei no meu ritmo e você, de olhos vendados, se contorceu toda. Um gemido final de satisfação foi dado, alto o bastante para ser considerado um grito de tesão. Você havia gozado na minha boca que, entendendo que você precisava respirar, saiu de perto. Mas meus dedos continuaram dentro de você, parados, imóveis, apenas sentindo o calor e a umidade da tua boceta que se contraia apertando-os dentro dela.

 

"Felipe...", você disse satisfeita com o que acabara de acontecer. Tirei meus dedos de dentro de você e você gemeu mais uma vez. Me levantei e te dei um beijo. Dei a volta e desamarrei você e você manteve suas mãos na mesma posição. Eu achei por um momento que você até havia esquecido delas. Tirei sua venda e pedi para que colocasse os óculos. Foi aí que você lembrou das tuas mãos.

 

Tuas pernas ainda tremiam do orgasmo que sentiu (ou ainda sentia). Me perguntou o motivo dos óculos e eu respondi que achava sexy quando você usava. "O que você quer fazer comigo?", você me perguntou olhando por cima dos óculos com seus olhos verdes penetrantes. "Alguma sugestão?", eu devolvi. "Faz comigo o que você quiser", disse você categoricamente. "Então continue sendo minha", finalizei.

 

Te ajudei a se levantar, teus braços envolveram meu pescoço e eu te pressionei na porta do meu armário. Tirei minha camiseta, segurei tuas mãos para o alto. Você voltou a respirar alto e já não conseguia distinguir se era só respiração ou gemidos. 

 

Você sabia que viria mais. Eu sabia que viria mais. Nós dois estávamos prontos para mais.

 

[continua...]


 

Eu amo (e desejo) você.

Câmbio, desligo.

pg. 252

Conhecimento é Conquista!

-FS

© 2026 por FELIPE SCHADT.

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